Sobre o livro
Quase tudo que se escreveu sobre inteligência artificial no trabalho foi feito para um profissional genérico. Este livro não. Ele parte do que o advogado realmente faz — ler autos, redigir, pesquisar, controlar prazo, atender cliente, captar trabalho, prestar contas — e mostra, passo a passo, como transformar o Claude AI em parte da estrutura do escritório.
São 50 capítulos em nove partes: fundamentos e engenharia de prompts jurídicos; a arquitetura do escritório inteligente (bases de conhecimento, skills, agentes, Claude Code, APIs e MCP); marketing jurídico ético e captação; contencioso assistido; consultoria, pareceres e contratos; pesquisa e gestão de documentos; gestão interna; compliance, sigilo e riscos; e a construção dos sistemas na prática. Fecha com nove apêndices de uso direto — prompts, modelos de skills e de agentes, checklists e políticas internas.
Duas diretrizes atravessam o livro. A primeira: a máquina sugere, o advogado decide e o Direito responsabiliza — há um capítulo dedicado a ética, sigilo e responsabilidade profissional, e o cuidado com a norma aparece em cada rotina, não como aviso de rodapé. A segunda: cada sistema ensinado precisa mostrar como traz cliente, e não apenas como economiza tempo.
Os exemplos não são hipotéticos. Saem de um escritório em operação, com seus sistemas de controladoria, monitoramento de publicações e atendimento — descritos de forma anonimizada, incluindo o que deu errado no caminho.